Os alunos da 8ª série irão ler o poema, comentar sobre o que a mensagem traz a nossa vida.
domingo, 23 de outubro de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Futebol
Oi, gostaria de registrar minha indignação ao futebol brasileiro.
Primeiramente a imprensa que crucificou Dunga por ter sido desclassificado da copa do mundo, mas será que chegaremos em outra... com esse time. E agora porque a imprensa e alguns apresentadores não falam o que falaram na época.
Primeiramente a imprensa que crucificou Dunga por ter sido desclassificado da copa do mundo, mas será que chegaremos em outra... com esse time. E agora porque a imprensa e alguns apresentadores não falam o que falaram na época.
sábado, 2 de julho de 2011
voltando....
Olá,
Estou de volta,para compartilhar experiencias, trabalhos, mensagens;enfim, um pouco de cada.
Estou de volta,para compartilhar experiencias, trabalhos, mensagens;enfim, um pouco de cada.
domingo, 7 de novembro de 2010
Atividades do Curso
Das atividades propostas no curso, destaco a proposta do Dasher e Experimentando com os alunos; primeiramente, não conhecia os recursos que podemos utilizar para trabalhar com os alunos e as atividades fizeram com que percebesse o quanto somos úteis e o quanto podemos desenvolver nossas habilidades.
Ao realizar a atividade proposta, apesar de algumas dificuldades (como instalação e tempo disponível) foi de grande aprendizado. Ao ingressar no curso, percebi que o mesmo era excelente, pois trata de um assunto que envolve a todos nós, educadores. Estou conhecendo as inúmeras possibilidades que existem para serem trabalhadas em sala de aula. Ao conhecer o Dasher, percebi que a tecnologia a cada dia auxilia ainda mais as dificuldades que surgem em nossas salas de aula. Com o Dasher, por exemplo, podemos trabalhar com aqueles que tem dificuldades em movimentar-se. No início, é como tudo que é novo, as dificuldades de adaptação foram grandes para mim, manusear somente o mouse, tendo aquele hábito de usar o teclado, foi impressionante. Então, fiquei imaginando, as pessoas que não usavam um computador, com esse meio poder estar interagindo e principalmente sentindo-se útil,capaz, percebe-se o grande benefício da tecnologia Acessível.
Ao realizar a atividade 5 do módulo 3, busquei fazer a atividade com uma menina que possui um trauma no cérebro devido a meningite, a mesma não consegue usar o braço direiro (ela é irmã de uma colega de serviço), pois na escola na qual trabalho no momento não há alunos especiais e eu não possuia tempo disponível para ir a outra escola.
A menina gostou de participar da atividade (ver) ,teve muitas dificuldades, no momento ela não usa o computador ( inclusive falei com a minha colega sobre o Dasher e a mesma me pediu informações mais detalhadas, teremos um bom trabalho pela frente). A menina gostou muito de ver os sites construídos por alunos como ela, ficou feliz em ver o que se pode fazer.
Ao ver nos olhos de outro um pouco de alegria e esperança é recompensador.
Tecnologia Assistiva
A importância da tecnologia assistiva no processo de inclusão escolar
Usuário:
Autor: Ana Maria Estela Caetano Barbosa, da Rede SACI
Autor: Ana Maria Estela Caetano Barbosa, da Rede SACI
Primeiro dia de aula, março de 1970, uma escola de Ensino Fundamental na zona norte de São Paulo – classe cheia, por volta de 40 crianças de aproximadamente sete anos, meninos sem experiência escolar anterior. Ansiedade geral, por parte de alunos e professora, esta, uma jovem de 18 anos e pela primeira vez à frente de uma sala de aula. Entre as crianças está Pedro Carlos, sete anos incompletos e olhinhos miúdos. Logo na primeira lição – colocar a etiqueta no caderno, a professora percebe que ele “cola” os olhos no material para identificá-lo – ele tem baixa visão. Sem saber exatamente o que fazer, ela foi testando formas de trabalhar com aquela criança – fez as lições da cartilha em separado, ampliando letras, fazendo desenhos, comprou lupas, inventou material de colagem e texturas. No ano seguinte, a criança foi matriculada numa instituição para cegos e deixou de freqüentar a escola. Ainda hoje, 2007, muitas crianças que apresentam baixo desempenho escolar têm problemas de acuidade visual, a chamada baixa visão, que é descoberta quando ela começa a freqüentar a escola. Quando a baixa visão é identificada pelo professor ou pela família, esta criança é encaminhada para diagnóstico, mas não precisa mudar de escola, por conta de sua deficiência.
Um dos dispositivos criados pela Secretaria de Educação Especial (SEESP) do Ministério da Educação (MEC) para atender as prerrogativas da educação inclusiva, oferecendo suporte para a inclusão dos alunos com algum tipo de deficiência, foi a criação dos Centros de Apoio Pedagógico Especializados (CAPEs). Os CAPEs possuem regime descentralizado e atendem às demandas provenientes das escolas públicas estaduais. São regionais, lidando mais diretamente com os professores e a equipe escolar. A partir de demanda, o CAPE prepara material de orientação e providencia as capacitações que forem necessárias. Muitas vezes a necessidade é pelo ensino da língua portuguesa para surdos ou adquirir conhecimentos sobre esporte adaptado ou pelo aprendizado do soroban - instrumento de origem oriental que concretiza as operações matemáticas - para cegos. As ações do CAPE são respaldadas pelos programas federais do MEC, como o Programa de Apoio à Educação de Alunos com Deficiência Visual e o Programa de Apoio à Educação de Alunos com Surdez. Além disso, muitas entidades especializadas se propõem a participar do processo escolar inclusivo, como os Centros de Vida Independente (CVIs). Hoje, nossa professorinha de 1970 teria condições de, muito mais rapidamente, não só conseguir o apoio necessário para ajudar o seu aluno, mas acesso a uma tecnologia específica, que proporciona facilidades no aprendizado. E seu aluno teria, à sua disposição, uma sala de recursos, devidamente equipada para ajudá-lo na sua necessidade educacional especial. Esses recursos são chamados de tecnologia assistiva ou ajudas técnicas e, de um modo geral, dizem respeito a aparelhos, instrumentos ou procedimentos que aumentam ou restauram a função humana, proporcionando uma vida independente e produtiva à pessoa com deficiência e facilitando a sua interação com o ambiente. Números da educação inclusiva O Censo Escolar 2006, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), contabilizou 375.488 matrículas de alunos com deficiência na Educação Básica e um crescimento de 76,4% no atendimento em classes regulares (não especiais). Os números são animadores e indicam que a educação inclusiva vem se expandindo no Brasil. Do total de matrículas efetuadas, 17,6% correspondem à Educação Infantil, 65,4% ao Ensino Fundamental, 1,7% ao Ensino Médio e 15,3% à Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional. Os índices relacionados ao Ensino Médio ainda se mostram desanimadores. Como conseqüência, os dados também mostram que o acesso ao Ensino Superior ainda é um privilégio de poucas pessoas com deficiência. Há cerca de 5.392 matrículas, e uma boa parte corresponde às instituições particulares. Segundo o MEC, ainda, estas crianças estão assim distribuídas, conforme sua deficiência:
Fonte: Censo Escolar (MEC/INEP) Portanto, uma parte significativa desta população depende e precisa, para que sua educação se complete com êxito, de uma tecnologia que a assista nas suas necessidades.
Entre os recursos necessários e individualizados, a Tecnologia Assistiva está presente em situações onde haja necessidade de: comunicação alternativa e ampliada; adaptações de acesso ao computador; equipamentos de auxílio para visão e audição; controle do meio ambiente (adaptações como controles remotos para acender e apagar luzes, por exemplo); adaptação de jogos e brincadeiras; adaptações da postura sentada; mobilidade alternativa; além de próteses e a integração dessa tecnologia nos diferentes ambientes como a casa, a escola, a comunidade e o local de trabalho. É importante lembrar que as tecnologias assistivas vão desde uma fita crepe que prende o papel à mesa, para que não solte com os gestos involuntários do aluno, a criação de um mapa com os contornos em barbante, até a utilização de equipamentos como mouse e ponteiros ou um software leitor de tela para acesso ao computador. No processo de inclusão de crianças com deficiência, deve-se observar e providenciar:
A informática tem se mostrado um recurso de ajuda poderoso. Os livros digitais, os leitores de tela, teclados virtuais e simuladores diversos estão disponíveis facilitando a vida dos alunos com deficiência e atingindo um público cada vez mais diverso e numeroso. A legislação mais recente tem levado em conta esses avanços tecnológicos e tenta garantir a utilização desses recursos, através de regulamentações como o decreto n° 5296, assinado às vésperas do Dia Internacional de Luta da Pessoa com Deficiência, em 03 de dezembro de 2004. Este decreto veio reafirmar e definir objetivamente os direitos da pessoa com deficiência em todas os espaços da vida social, dando ênfase aos espaços escolares.
Segundo o artigo 24, "os estabelecimentos de ensino de qualquer nível, etapa ou modalidade, públicos ou privados, proporcionarão condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes ou compartimentos para pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, inclusive salas de aula, bibliotecas, auditórios, ginásios e instalações desportivas, laboratórios, áreas de lazer e sanitários". E ainda, no Capítulo VII sobre Ajudas Técnicas, o artigo 61 estabelece, "para os fins deste Decreto, consideram-se ajudas técnicas os produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida". Como vimos acima, claramente dispostos em lei, os direitos do aluno deveriam garantir o acesso integral à educação, significando ter, à sua disposição, a tecnologia necessária para seu desenvolvimento pleno. Infelizmente, nem sempre esses recursos chegam até o aluno. Cabe a todos nós divulgar toda a informação necessária e, principalmente, incentivar alunos e professores a fazer valer seus direitos. “ Inclusão é uma consciência de comunidade, uma aceitação das diferenças e uma co-responsabilização para atender às necessidades de outros.” Stainback e Stainback, 1990 |
Ana Maria Estela Caetano Barbosa é educadora e coordenadora da Rede SACI e do programa USP Legal | |
E.M.E.F. Carolina Anália morais Sais
A escola sempre procura propor atividades lúdicas que integrem os alunos,para que haja entre todos, educadores e educandos uma boa convivência e que ambos compreendam a importância de convivermos de forma alegre e amiga com todos.
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